Ossos acompanha duas mulheres em seu caminhar prosaico por situações cotidianas, esbarrando, ocasionalmente, com o extraordinário. Nesse trajeto, suas histórias se modificam e se influenciam, sem ter, no entanto, nenhum cruzamento narrativo direto entre elas. Tudo que se cristaliza deixa de existir no presente, corre subterrâneo seu nome em silêncio.